Fins de semana excêntricos sempre ajudam a enfrentar a semana com mais humor. Depois de passar a tarde na festa junina da escola da minha filha de 4 anos e ver o João Gordo dançando quadrilha, fui ao pocket show da banda Banzé. Incrível esse conceito de pocket show, essa coisa intimista, você, a banda e mais uma meia dúzia de pessoas; me senti num daqueles centros culturais londrinos que você encontra sem querer. O som é de altíssima qualidade, mas o show valeu pelo pai do vocalista. O senhor de branco, dos sapatos aos cabelos, cantou todas as letras com uma empolgação e um orgulho que eu não via há tempos. A noite terminou no bar Esquisito, na Bela Cintra. E no caminho, uma visão até então inimaginável: uma belina caindo aos pedaços lotada de homens, todos de quipá.
O domingo foi mais calmo. Café da manhã na padaria, passeio na praça e mais uma passadinha pela Europa. Um grupo de teatro de improviso se apresentava entre os balanços e o trepa-trepa. Era meio dia e eu assistia à hilária história de Johnny Wild (o motoboy selvagem). À tarde, fiz compras pelo Pão de Açucar online, outro programa imperdível, hidratei os cabelos, e agora estou aqui terminando este post. Daqui a pouco é hora de assistir ao Fantástico. Será que ainda tem alguém que faz isso?

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